segunda-feira, 26 de maio de 2014

Coordenador de curso da UFC é morto a tiros

http://www.opovo.com.br/app/fortaleza/2014/05/26/noticiafortaleza,3256729/coordenador-de-curso-da-ufc-e-morto-a-tiros.shtml

Coordenador de curso da UFC é morto a tiros

Dois homens em uma moto dispararam vários tiros contra Alexandre Moreira de Moraes, coordenador do curso de Engenharia de Teleinformática da UFC



O coordenador do curso de engenharia de teleinformática da Universidade Federal do Ceará (UFC), Alexandre Moreira de Moraes, de 45 anos, foi morto a tiros em um restaurante localizado no município de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza. O crime ocorreu no último domingo, 25, às 20h. 


De acordo com informações do cabo Moura, do Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPtur), Alexandre chegou a um restaurante localizado na avenida Central, no Icaraí, e, após sentar-se, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta e começaram a disparar contra o docente. 



A Perícia Forense do Estado (Pefoce) identificou que cinco tiros atingiram o professor. Alexandre morreu na hora com disparos em sua cabeça. A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) segue investigando o caso.



Universidade Federal do Ceará lamenta perda 
Assim que liberado, o corpo do docente será levado a Sobral, a 240 km da Capital, onde a família de Alexandre reside. Todas as homenagens ao coordenador acontecerão no município. 



O Centro de Tecnologia (CT) da UFC decretou luto oficial de três dias para o curso de Teleinformática. Nesta terça, 27, alunos do curso serão levados a Sobral pela própria universidade para o velório do coordenador. 



O professor Alexandre Moreira de Moraes era graduado e mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Na UFC, além de coordenar o curso de Engenharia de Teleinformática, ocupava o cargo de professor assistente III, com reconhecida experiência na área da Engenharia Elétrica, com ênfase em Telecomunicações.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Trecho da CE-277 é só buraco

http://blog.opovo.com.br/blogdoeliomar/trecho-da-ce-277-e-buraco/

Virou ralli atravessar o trecho da CE- 277 na ligação de Acopiara a Catarina. O vereador acopiaerense Will Almeida (PPS) mandou este vídeo para o Blog expondo a situação e pedindo providências às autoridades.



Ex-prefeito de Mombaça é condenado por improbidade administrativa

“O Ministério Público Federal (MPF) obteve a condenação do ex-prefeito do município de Mombaça (CE) José Wilame Barreto Alencar, acusado de não prestar contas no tempo devido de verbas federais para construção de cisternas de placas. A sentença é resultado de ação de improbidade administrativa ajuizada pelo procurador da República Patrício Noé da Fonseca, do MPF em Crateús.

De acordo com o procurador, a denúncia contra o ex-gestor foi feita após o MPF identificar a não prestação de contas, no tempo devido, ao Ministério da Integração Nacional, representado pela Secretaria Nacional de Defesa Civil (SEDEC), da aplicação das verbas federais repassadas por intermédio de convênio que tinha por objeto a construção de 169 cisternas. De acordo com o convênio firmado, o Município recebeu o valor de R$ 257,8 mil relativos à participação da União, e arcou com R$ 7.801,05 de contrapartida para execução das obras.

Na ação ajuizada pelo MPF, o procurador Patrício Noé lembra que a Secretaria do Tesouro Nacional estabelece o prazo regulamentar de 60 dias para apresentação de prestação de contas final em convênios federais, podendo o órgão concedente prorrogá-lo por mais 30 dias. Porém, ultrapassado o prazo, o então prefeito “quedou-se omisso, o que levou a coordenação geral de Convênios do Ministério da Integração Nacional a notificá-lo”.

Segundo o procurador da República, o ex-gestor de Mombaça só apresentou a prestação de contas final quando já havia se configurado a inadimplência pela omissão. “Oportuno destacar que a suspensão da inadimplência pela apresentação tardia da prestação de contas final do convênio não retira a esta o caráter de extemporaneidade nem elide a responsabilidade do denunciado pelo descumprimento do dever legal”, alerta Patrício Noé da Fonseca.

Na sentença que condenou José Wilame Barreto Alencar, o juiz federal Lauro Henrique Lobo Bandeira fixou pena de sete meses de detenção, além de pagamento de multa e a inabilitação, pelo prazo de cinco anos, para o exercício de cargo e função pública, eletivo ou de nomeação.”

(Site do MPF-CE)

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Grupo é assaltado em frente à Polícia Federal 08.05.2014

assalto em frente a pf
Segundo testemunhas, os assaltantes chegaram em uma moto, renderam as vítimas e fugiram levando dinheiro e celulares. A PF disse estar tomando providências sobre o caso, e a PM afirmou que o bairro tem policiamento
FOTO: NATINHO RODRIGUES
Um grupo de pessoas, que esperava para entrar na sede da Polícia Federal da Rua Paula Rodrigues, no Bairro de Fátima, foi assaltado na calçada em frente ao prédio. O caso ocorreu no último dia 30, mas não havia sido divulgado. A reportagem recebeu a informação sobre a ação criminosa em frente à PF por meio de um policial federal, que pediu para não ser identificado. Segundo ele, o fato aconteceu no começo da manhã, quando o prédio, onde é feito o atendimento para as pessoas que necessitam retirar passaportes, ainda estava fechado.
A equipe esteve no local e conversou com testemunhas e servidores. Conforme um guardador de carros (identidade preservada), que disse estar na sede da PF todos os dias, é comum as pessoas que vão agendar uma data para dar entrada em seus passaportes chegarem muito cedo e acabem esperando na calçada até que o atendimento comece.
"Eles estavam aqui em frente, quando dois homens chegaram em uma moto. Um deles desceu e disse que era um assalto. Levaram R$ 100 reais que uma das pessoas tinha, e alguns celulares, mas só os modernos. Uma mulher entregou o dela, mas o ladrão disse que não ia levar porque era feio. Depois subiu na moto, tranquilamente, e foi embora". A testemunha não soube dizer quantas pessoas foram abordadas pelos criminosos, mas o policial federal ouvido pela reportagem disse que, no momento dos assaltos, de seis a sete pessoas estavam no local.
O policial disse ainda que foram obtidas imagens de câmeras de vigilância que registraram o momento da sequência de roubos. A reportagem visitou lojas situadas próximas ao prédio da PF, mas os proprietários disseram não possuir esse vídeo. Por meio de uma nota, a PF lamentou o fato e disse estar tomando providências. A Instituição não especificou o que estava fazendo a respeito. "A Polícia Federal lamenta o assalto na última quarta-feira, dia 30 de abril de 2014, às 6:30h. Em face do ocorrido, a PF/CE vem tomando novas medidas de segurança a fim de garantir a segurança para todos os usuários que buscam o serviço da Instituição", diz o documento.
Um vendedor de lanches, que também costuma estar no local, disse que é comum assaltos naquela rua. "Quase todos os dias chega alguém aqui dizendo que foi assaltado. Muitas dessas pessoas estão se dirigindo para a Polícia Federal. Dia desses, uma moça de outro País, que não falava bem português, chegou aqui desesperada porque roubaram a mochila dela com os documentos que ela ia apresentar aos policiais". Um servidor da Instituição, que não quis se identificar, disse que o local tem vigilância terceirizada 24 horas e explicou o porquê de não poderem ajudar.
Atribuições
"O vigilante só pode agir no local privado, em que ele foi contratado para atuar. No nosso caso, somos a Polícia que protege os bens da União. Claro que podemos ajudar e dar apoio nas ações de combate a esse tipo de crime, mas nossas atribuições aqui são outras". Segundo o servidor, o que acontece nos arredores do prédio é de competência do patrulhamento da Polícia Militar e deve ser investigado pela Polícia Civil. "Esta é uma rua como qualquer outra da Cidade. O que acontece nas calçadas deve ser reportado à PM, para que ela desempenhe seu trabalho ostensivo em busca dos culpados e prenda-os", disse.
O tenente-coronel Sávio Bezerra, comandante do 8º BPM, disse que o local é patrulhado por viaturas do Ronda do Quarteirão e do Policiamento Ostensivo Geral (POG). "Trabalhamos com abordagens a pessoas suspeitas trafegando em motos e bicicletas, e isso tem dado resultado", destacou Bezerra.
O oficial ressaltou que o "bairro é tranquilo" e que o número de Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVP), que são os roubos com violência, no Bairro de Fátima, tiveram uma redução de 70% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com igual período do ano passado. Bezerra orientou que as pessoas registrem Boletim de Ocorrência para que as ações do policiamento ostensivo possam ser direcionadas, de acordo com as áreas com maior demanda.
O titular do 4º DP (Pio XII), José Munguba Neto, disse que não tomou conhecimento de nenhum registro de Boletim de Ocorrência (B.O) sobre esse caso. "A demanda (de B.Os) é grande, mas se um caso desse fosse registrado, seria informado".
Márcia Feitosa
Repórter

quarta-feira, 7 de maio de 2014

20 postos de combustíveis são assaltados por semana em Fortaleza

Em média, 20 postos de combustíveis são assaltados por semana em Fortaleza, segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estados do Ceará (Sindipostos). Na maioria dos casos, os funcionários são rendidos por homens armados e obrigados  a entregar o dinheiro recebidos dos clientes. “Eles pegaram os meninos e amarraram as mãos e os pés. Todos os quatro [assaltantes] estavam armados e levaram tudo o que tinha no cofre, mais de R$ 50 mil”, conta um frentista, que prefere não se identificar.
Nem os investimentos em segurança intimida a ação dos assaltantes. Em um deles, o proprietário chegou a instalar uma porta blindada depois de sofrer um assalto. Um dos frentistas, que presenciou a ação, conta que eles ameaçaram, voltar ao local. Com medo, outros frentistas pediram demissão do trabalho.
Os empresários pedem mais apoio das autoridades e reclamam dos prejuízos. “A polícia sempre pede o registro [da ocorrência], mas nós já cansamos de fazer. Hoje em dia o posto acha que fazer o registro é apenas mais um dado estatístico e muitos donos de postos dizem: não quero ser dado estatístico, eu vou divulgar uma coisa que vai me prejudicar, pois a polícia não resolve e nunca prende um caso”, diz José Gomes, assessor do Sindipostos.