Por causa das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), escola
particular do bairro Vila União terá de ser removida nos próximos dias. A
mudança pode afetar escola pública da região, avaliada pela Secretaria
de Educação do Estado (Seduc) para receber possível transferência de
alunos da instituição particular atingida pelas obras. Embora o Governo
do Estado afirme que não haverá perdas a nenhuma das partes, sentimento
entre moradores é de confusão e insegurança.
“A gente não sabe
se é verdade, se vai ter de mudar os filhos de escola nem se vão perder
aula. A gente não sabe é nada”, diz a dona de casa Cleidiane Farias,
42. A história corre todo o bairro: uma das primeiras unidades públicas
construídas na Vila União, a Escola Estadual General Manoel Cordeiro
Neto estaria sob risco de ser desativada para receber transferência da
Trenzinho Mágico, escola da iniciativa particular inclusa nas remoções
do VLT.
A perspectiva da mudança desagradou moradores. Na
última sexta-feira, pais de alunos e professores da escola realizaram
protesto. “Eu nem acreditei quando soube. Estudei aí e minhas filhas
também estudam. É a melhor escola do bairro”, diz Ana Sousa, 35.
Apesar
da comoção na comunidade, a Secretaria da Educação do Estado (Seduc),
responsável por definir destino da Trenzinho Azul, não confirma a
transferência nem a suposta desativação da General Manoel Cordeiro Neto.
Confirma, porém, que estuda a mudança e mantém contato com a escola
estadual.
“No momento, todas as informações sobre o tema estão
sendo avaliadas. Assim que a Seduc tiver definição, será agendada
reunião para comunicar à escola. A Seduc volta a assegurar que os alunos
não serão prejudicados em suas atividades escolares”, diz a pasta, em
nota oficial.
Um dos proprietários da Trenzinho Mágico, Manoel
Moura, 62, afirma que a mudança também não é do interesse da
instituição privada. “Nós queríamos ficar onde estamos. Até o governador
já veio aqui apresentar proposta para a gente sair, mas nunca ficou
nada certo. Nunca deram nenhuma garantia de que os alunos não serão
prejudicados”, diz.
Responsável pelas obras do VLT, a
Secretaria da Infraestrutura do Estado (Seinfra) afirma que a Trenzinho
Mágico é a única “remoção total” de imóvel não residencial do projeto.
Afirma ainda que nenhum equipamento público será desapropriado. “Ao
contrário do que falam por aí, o Governo tem buscado reduzir ao máximo
as desapropriações”, diz assessoria da pasta.
Por causa das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), escola
particular do bairro Vila União terá de ser removida nos próximos dias. A
mudança pode afetar escola pública da região, avaliada pela Secretaria
de Educação do Estado (Seduc) para receber possível transferência de
alunos da instituição particular atingida pelas obras. Embora o Governo
do Estado afirme que não haverá perdas a nenhuma das partes, sentimento
entre moradores é de confusão e insegurança.
“A gente não sabe
se é verdade, se vai ter de mudar os filhos de escola nem se vão perder
aula. A gente não sabe é nada”, diz a dona de casa Cleidiane Farias,
42. A história corre todo o bairro: uma das primeiras unidades públicas
construídas na Vila União, a Escola Estadual General Manoel Cordeiro
Neto estaria sob risco de ser desativada para receber transferência da
Trenzinho Mágico, escola da iniciativa particular inclusa nas remoções
do VLT.
A perspectiva da mudança desagradou moradores. Na
última sexta-feira, pais de alunos e professores da escola realizaram
protesto. “Eu nem acreditei quando soube. Estudei aí e minhas filhas
também estudam. É a melhor escola do bairro”, diz Ana Sousa, 35.
Apesar
da comoção na comunidade, a Secretaria da Educação do Estado (Seduc),
responsável por definir destino da Trenzinho Azul, não confirma a
transferência nem a suposta desativação da General Manoel Cordeiro Neto.
Confirma, porém, que estuda a mudança e mantém contato com a escola
estadual.
“No momento, todas as informações sobre o tema estão
sendo avaliadas. Assim que a Seduc tiver definição, será agendada
reunião para comunicar à escola. A Seduc volta a assegurar que os alunos
não serão prejudicados em suas atividades escolares”, diz a pasta, em
nota oficial.
Um dos proprietários da Trenzinho Mágico, Manoel
Moura, 62, afirma que a mudança também não é do interesse da
instituição privada. “Nós queríamos ficar onde estamos. Até o governador
já veio aqui apresentar proposta para a gente sair, mas nunca ficou
nada certo. Nunca deram nenhuma garantia de que os alunos não serão
prejudicados”, diz.
Responsável pelas obras do VLT, a
Secretaria da Infraestrutura do Estado (Seinfra) afirma que a Trenzinho
Mágico é a única “remoção total” de imóvel não residencial do projeto.
Afirma ainda que nenhum equipamento público será desapropriado. “Ao
contrário do que falam por aí, o Governo tem buscado reduzir ao máximo
as desapropriações”, diz assessoria da pasta.
Por causa das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), escola
particular do bairro Vila União terá de ser removida nos próximos dias. A
mudança pode afetar escola pública da região, avaliada pela Secretaria
de Educação do Estado (Seduc) para receber possível transferência de
alunos da instituição particular atingida pelas obras. Embora o Governo
do Estado afirme que não haverá perdas a nenhuma das partes, sentimento
entre moradores é de confusão e insegurança.
“A gente não sabe
se é verdade, se vai ter de mudar os filhos de escola nem se vão perder
aula. A gente não sabe é nada”, diz a dona de casa Cleidiane Farias,
42. A história corre todo o bairro: uma das primeiras unidades públicas
construídas na Vila União, a Escola Estadual General Manoel Cordeiro
Neto estaria sob risco de ser desativada para receber transferência da
Trenzinho Mágico, escola da iniciativa particular inclusa nas remoções
do VLT.
A perspectiva da mudança desagradou moradores. Na
última sexta-feira, pais de alunos e professores da escola realizaram
protesto. “Eu nem acreditei quando soube. Estudei aí e minhas filhas
também estudam. É a melhor escola do bairro”, diz Ana Sousa, 35.
Apesar
da comoção na comunidade, a Secretaria da Educação do Estado (Seduc),
responsável por definir destino da Trenzinho Azul, não confirma a
transferência nem a suposta desativação da General Manoel Cordeiro Neto.
Confirma, porém, que estuda a mudança e mantém contato com a escola
estadual.
“No momento, todas as informações sobre o tema estão
sendo avaliadas. Assim que a Seduc tiver definição, será agendada
reunião para comunicar à escola. A Seduc volta a assegurar que os alunos
não serão prejudicados em suas atividades escolares”, diz a pasta, em
nota oficial.
Um dos proprietários da Trenzinho Mágico, Manoel
Moura, 62, afirma que a mudança também não é do interesse da
instituição privada. “Nós queríamos ficar onde estamos. Até o governador
já veio aqui apresentar proposta para a gente sair, mas nunca ficou
nada certo. Nunca deram nenhuma garantia de que os alunos não serão
prejudicados”, diz.
Responsável pelas obras do VLT, a
Secretaria da Infraestrutura do Estado (Seinfra) afirma que a Trenzinho
Mágico é a única “remoção total” de imóvel não residencial do projeto.
Afirma ainda que nenhum equipamento público será desapropriado. “Ao
contrário do que falam por aí, o Governo tem buscado reduzir ao máximo
as desapropriações”, diz assessoria da pasta.